quinta-feira, 19 de abril de 2012

Manias...

Minha série favorita, será por que???
Eu me peguei morrendo de rir sozinha das minhas manias, então, resolvi fazer um post sobre isso: Manias. Quem não tem alguma que atire a primeira pedra!!!
Quer me ver brava (usando eufemismo)? Mexa na ordem dos meus livros na estante do meu quarto. Vixe... Meus livros são arrumados, primeiro por autor, (isso é até lógico e não é uma mania), depois, por gênero (acho que também é aceitável), e, por tamanho e espessura. Aí é que a coisa começa a complicar. Ordeno os exemplares de acordo com a espessura pra criar uma estética bacana na minha estante e a altura é importante, é claro, por que não? Pra que alguém tem que mudar meus livros de lugar? Fica lindo de se ver...
Não mexa nos meus livros!!!

A mania que deriva dessa é a de ler. Leio compulsivamente. Ando sempre com um livro na bolsa porque se eu for a algum lugar e tiver que esperar atendimento, leio o tempo todo. Em casa, comecei a ouvir reclamações porque fico lendo o tempo todo e não converso com ninguém. Mas no final de semana, depois do almoço, eu leio até a hora de dormir. Costumo ler um livro de um dia pro outro facilmente.
Ler é a minha mania preferida!!!

Outra mania? Horário. Quer me tirar do sério é mudar um horário meu ou não comparecer em algum compromisso marcado. Tenho uma amiga, a Ju, que ela fica desesperada quando marca de sair comigo e se atrasa, me liga e manda um monte de mensagens porque sabe que cinco minutos antes do marcado eu estou prontíssima. Quando eu chego ao salão é um corre-corre danado: “Andréa chegou gente, vocês sabem como ela é...”. Ah, quem convive comigo sabe que eu sou assim, não posso fazer nada. Mas essa mania tem sua vantagem: não deixo ninguém me esperando além da hora marcada!
Não se atrase pra um compromisso comigo!!!

Eu tentei evitar ao máximo, mas, acabei criando outra mania: meu ritual de final de semana. Acordo no sábado antes das 10:00h (impreterivelmente), não precisa despertador, porque meu subconsciente sabe que vai começar a reprise da minha série favorita na Warner justamente nesse horário. Se acordar mais cedo, bem, faço outras coisas, se acordar quase na hora, azar, assisto de pijama mesmo, é sério. Aí, depois da minha série, que termina às 11:00h, eu vou pra cozinha, ligo o notebook, coloco algum DVD de show e vou fazer almoço tomando uma cervejinha. No domingo o ritual muda um pouco porque reprisam várias séries, aí, fica difícil a parte do DVD na cozinha. Acabo fazendo almoço nos intervalos das séries enquanto tomo minha cervejinha vendo televisão.
Meu canal de séries, mania de fds.

Esses dias eu estou fazendo um tratamento pra sinusite e tomando antibióticos por quinze dias, o que me impede de tomar minha cervejinha de sábado e domingo. Eu fiquei num mau humor fora de série, acho que nem tanto pela cerveja, mas pela quebra do meu ritual sagrado. Perdeu totalmente a graça ficar na cozinha vendo Show sem a danada da cervejinha pra acompanhar.
Tenho uma mania que já matou de raiva um chefe que eu tive: a de catalogar coisas. Eu parto do principio que tudo tem que ser organizado entre seus iguais. No meu local de trabalho é assim. Sempre consigo criar critérios para organizar as coisas partindo de algum princípio: data, letra, tamanho, utilidade, cor (dentro dos outros critérios). Esse meu chefe (morro de saudades) entrava na minha sala quando eu não estava e mudava as coisas de lugar só pra ver minha cara quando eu as encontrava fora da ordem que eu criei. Ficava brava demais e ele rindo!!!
Fico irada se mudar minha "catalogação"!!!

A minha mania mais estranha (pelo que me falaram) é o varal de roupas. Acho que deriva da mania anterior. Quando lavo roupa, sempre sábado de manhã e domingo à noite, tenho um critério para estendê-las. As peças do mesmo tipo têm que ficar perto uma da outra, e pela cor também. Fica assim: calça, perto de calça, blusa perto de blusa, calcinha com calcinha, etc, mas, respeitando o critério de cor observando da mais clara até chegar à mais escura. Não é o máximo???
Varal tem que ser organizado também!!!

Será que é por isso que a minha série favorita é Big Bang Theory? As vezes fico me sentindo um Sheldon de saias (modo de falar, porque eu não uso saia). Mas já refleti sobre isso: se eu sou um Sheldon de saias, por que eu fiquei só com as chatices e sem a inteligência dele? Bazinga!!!

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Família a beira de um ataque de nervos: a internet acabou!!!


Feriadão com gripe... ninguém merece!!!
Feriadão chegando, expectativa de festa, barzinho pra colocar o papo em dia com o pessoal, ficar à toa lendo um pouco, ver uns filmes, curtir facebook e encaminhar alguns emails engraçados, mas, eis que me aparece uma gripe daquelas.
Não acordei nada bem na quarta-feira, gripe muito forte e sinusite, então, já imaginei que o feriado seria dentro de casa mesmo. Mas, aí, pensei: não tem problema, afinal de contas eu tenho meus livros e a internet... engano total!!!
Meus livros não me deixam na mão!!!

Na quarta-feira à tarde meu pai avisou: “estamos sem internet, mas já liguei no SAC e eles vão resolver em 24 horas”. Então tá né... Relaxei, peguei um livro pra ler, vi um pouquinho de TV e no dia seguinte ao acordar, vejo que a cara do meu pai não está das melhores. A internet não voltou ainda. Tudo bem, pego o livro que comecei a ler no dia anterior e leio o dia inteiro, até acabar, ouvindo de vez em quando que “nada de internet”.

Já critiquei muitos artigos sobre realitys shows, quando diziam que “estuda o comportamento humano”, etc e tal, mas, tive que dar a mão à palmatória depois desse feriadão da semana santa. Não tem lógica gente, me senti exatamente dentro de um reality show intitulado “A família sem internet no feriadão”... vixe!!!
Meu filho começou a ter crise de abstinência na quinta de manhã. Andava pela casa a fora, de mau humor, zapeava pelos canais da TV, por fim, na sexta, ele pegou o vídeo-game e passou o dia inteiro na casa do vizinho. E é claro que lá ele ficou dependurado na internet também, o que eu achei ótimo porque ele já estava quase mordendo alguém de tão bravo.
Meu filho entrou em crise de abstinência

Minha mãe teve crise de limpeza na sexta e acordou fazendo um drama, dizendo “que antes de fazer almoço ia ter que arrumar a casa, limpar banheiros porque a diarista não foi trabalhar, sendo que ela é evangélica e o feriado é católico, blá, blá, blá...”. Eu passei a mãos nos acessórios e fui limpar os banheiros porque não sou boba. Pra bom entendedor, pingo é letra.

Antes que eu começasse a limpar, ela já tinha outra ordem na ponta da língua porque precisava urgentemente de um “certo” tempero da rua. Eu argumentei que até iria procurar, se fosse o caso de vida ou morte, lembrando que era “Sexta-feira da Paixão”, mas, primeiro os banheiros. 
Minha mãe teve crise de limpeza... ui!!!
Meu pai teve vários estresses ligando para o SAC do provedor, quase de hora em hora, que sempre gentilmente informava “que o problema seria resolvido logo, logo”. Ele, meu pai, é o que mais depende de internet por causa dos afazeres do Lions, que envolvem pessoas do Brasil todo, então vocês imaginem o nível do estresse do homem.
Meu pai era o mais bravo de todos!!!

Eu tenho meus livros, que não me deixam na mão, então, li um por dia, mantendo a minha marca alcançada nas férias. Acho que o sofá deve ter ficado com o meu formato porque eu não tinha pra onde ir. E só porque eu estava com gripe apareceu convite pra aniversário, show, boteco... Ai que raiva que me dava quando eu olhava pra xícara de chá na minha mão!!!
Nunca tive tanto convite pra sair...

Tinha também a TV a cabo pra salvar a Pátria, porque ninguém é de ferro! Assistimos vários seriados policiais e de comédia. Viva a Warner e a AXN, sempre com o controle remoto sob as ordens do meu pai, que é o líder nato da casa, sem discussões.
Sábado de manhã eu entrei no quarto do meu filho sem avisar e levei o maior susto. Ele estava estudando. Perguntei a ele, com calma pra não assustar, o que estava estudando, e, ele me disse que era “tipo” um trabalho de literatura pra escola. Saí do quarto de fininho pra não incomodar e achei que meu coração ia sair pela boca!!!
A família teve que se contentar com a TV...

No sábado à noite, estávamos nós largados na sala assistindo TV enquanto meu pai adiantava o trabalho dele no notebook quando a lâmpada queimou. Ele colocou as mãos na cabeça dizendo “era só o que me faltava agora”. Eu olhei pra minha mãe e disse: “Corre senão alguém vai pro paredão!!!”. Mam’s teve a idéia de sairmos todos pra comer alguma coisa e esfriar a cabeça, e, aí, no dia seguinte resolveríamos o que fazer. A idéia foi ótima e todos relaxamos um pouco.
Domingo, já estavam todos resignados. A internet só viria na segunda mesmo. Meus pais se arrumando para ir ao clube, como de costume, e, eu, fiquei assistindo “The Big Bang Teory”, minha série preferida na Warner. De repente, meu pai fala: “A internet voltou”. Nossa, ficou todo mundo louco: liga PC daqui, notebook dali, netbook acolá, uma confusão danada.
Mas a internet voltou!!!

Lá pelas duas da tarde, depois de “fuçar” bastante a internet, resolvi almoçar o strogonoff de filé que eu fiz pra comemorar a volta da internet. Quando ia dar a primeira garfada, a campainha de casa toca. Era o técnico do provedor de internet que veio ver qual era o problema.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Falando mal de tudo e de todos... última moda!!!

Falando mal mesmo!!!
Então tá, já que a moda é falar mal de tudo eu vou falar também!!!
Vou começar falando mal das roupas. Sim, elas são um dos maiores sonhos de consumo das mulheres, mas, não servem em todas. As roupas mais lindas e maravilhosas são feitas para caber apenas em corpinhos de top models magricelas que não têm nada a ver com as mulheres de verdade, que sonham em entrar numa roupinha daquelas.
Gostaram? Então se adaptem!!!
babem meninas, mas não é pra qualquer uma!!!
Mas tem os sapatos também. Aqueles glamorosos, lindos de morrer, com saltos mais lindos ainda, não são feitos para as mulheres que trabalham o dia todo, vão ao supermercado, pagam contas, etc, ficarem em cima deles. Foram feitos apenas para o caso da pessoa sair de casa, de carro, para algum compromisso que não inclua ficar em pé mais de cinco minutos (significa que casamentos e formaturas não estão na lista).
Vocês já viram alguém achar isso ruim???
E as calorias? Afff, não gosto nem de pensar. São uns monstrinhos que se escondem nas coisas mais gostosas que existem e fazem a gente ficar enorme de gorda. Vocês já ouviram alguém falar que se divertiu tomando água e comendo alface? Se ouviram, escutem de uma ex-magra: é mentira pura. A gente fica louca pra se empanturrar de coisas gostosas!!!
Já que é pra falar mal, não podia esquecer de um vilão daqueles: o tempo. Por que ele tem que passar? Por que nossos bebês têm que crescer e se desgarrar da gente? Nossa pele ganhar umas ruguinhas e ficar ressecadas? Nossos melhores amigos tomarem rumos diferente na vida e se esquecerem da gente?
Vocês devem estar achando que eu fiquei doida. Ou que este é um post daqueles baixo-astral, mas não é nada disso.
O tempo passa, mas... e daí???

As pessoas sempre me perguntam por que eu não tenho escrito ultimamente, então aí vão as respostas:
A primeira é a falta de tempo (olha ele aí de novo). Tenho que trabalhar o dia inteiro pra poder pagar as contas, comprar roupas (que não vão me servir), comprar sapatos (que eu não vou agüentar calçar) e comidas que eu vou comer e engordar bastante. Além do mais, tenho que terminar de criar meu filho, dar conta de algumas tarefas domésticas e outras externas. Vamos combinar que não tem jeito de ficar o dia inteiro produzindo textos de boa qualidade.
só reclamar não tá com nada!!!
A outra razão é que eu ando meio desanimada com esse negócio de blog. Hoje em dia todo mundo criou blog pra falar mal de alguma coisa ou de alguém. Vocês já repararam no número de blogs que reclamam de tudo e todos o dia inteiro? A minha proposta é totalmente diferente do que eu vejo no dia a dia. Eu queria poder falar sem compromisso, abobrinha mesmo.
O importante é ser feliz!!!
Acho que depois deste post não vou ser convidada (nunca fui) pra algum encontro de blogueiros ou ser publicada em algum meio de comunicação. Mas pelo menos eu pude desabafar (dentro da minha proposta) e mostrar a vocês como é chato abrir um texto e ler só lamúrias, ainda que o autor nem saiba porque está reclamando.
Então, vou seguindo do meu jeito: com publicação “meio-que-de-vez-em-quando”, gordinha, de salto baixo, tomando uma gelada no final de semana, comendo porcaria, lendo muuuuito e FELIZ.
Mil beijos!!!

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Servidora Pública, sim!


Minhas meninas do Bem Viver
Já estou na Administração Pública há vinte anos, contando o tempo que fui professora e o que fui para área administrativa, com muitas idas e vindas, altos e baixos, mas, estou aqui.
Meus adolescentes do Bem Viver
Fui professora de crianças, adolescentes e adultos. Fui muitíssimo feliz no Bem Viver, quando dava aulas de dança de salão, peguei a “febre” do forró e cheguei a ter sessenta alunos em um só horário. Tivemos a oportunidade de fazer apresentações em eventos públicos inclusive, virei quase uma celebridade, sério! Era reconhecida na rua e tudo. Tempo bom demais! Meus alunos até hoje se lembram de mim quando se encontram comigo na rua e isso é muito gratificante.
Dei aulas de educação física muito tempo (de vez em quando aparece algum marmanjo barbado dizendo que foi meu aluno... afff), e, por obra do destino fui parar na recepção da Delegacia de Polícia. Nunca vou me esquecer da cara do Delegado olhando pra mim e dizendo: “_ O que eu vou fazer com uma professora de dança aqui na Delegacia?”. Lembrando hoje é engraçado, mas, na época, passei o maior aperto para aprender a trabalhar numa área que praticamente caí de pára-quedas!!!
Atão sonhada formatura em Direito
Mas o destino não dá ponto sem nó: eu me apaixonei pelo Direito e resolvi fazer a faculdade. Foi uma época difícil, com filho pequeno, orçamento apertado, passando o chapéu na família pra conseguir pagar as contas. Mas eu adorava, como gostei de estudar Direito. Passava finais de semana estudando com muito prazer porque descobri do que realmente gostava. Jamais esquecerei o apoio dos meus chefes Delegados que me deixavam estudar nas (poucas) horas de folga e até mesmo sair mais cedo para fazer prova ou trabalho.
Exercendo o Direito durante uma palestra
Aí vem a famigerada prova da OAB. Todo mundo a coloca como um bicho papão, uma coisa praticamente impossível. No trabalho, novas mudanças de setor, ainda na Delegacia, e de chefe, dificuldade para adaptar, falta de tempo pra se dedicar, mas, estudei e passei.
Novas mudanças no trabalho. Saindo da Delegacia e indo trabalhar na área pela qual batalhei tanto: o Direito.
Novas adaptações às pessoas, ao tipo de trabalho, etc, mas, com dedicação e sem medir esforços para alcançar os objetivos.
Resolvi inventar mais moda: fazer duas pós-graduações ao mesmo tempo, uma durante a semana e outra aos finais de semana. A loucura durou um ano e meio, mas, deu certo também. E tudo isso em meio às mudanças de trabalho como servidora pública.
Por que estou escrevendo tudo isso aqui pra vocês? Pra contar minha vida? Não. Pra contar que ser Servidora Pública é mudança constante. Quando pensa que se acostumou em um trabalho, tem que mudar, fazer as malas e sair correndo pra onde for necessário.
Muitos colegas que se formaram comigo me perguntam por que não abro um escritório de Advocacia. Minha resposta é sempre a mesma, pois os motivos são dois: um, porque eu não consigo passar por cima de certas visões pessoais da vida, e, outro, porque eu adoro o Serviço Público. Muitos colegas já riram ao ouvir minha resposta, mas é a mais pura verdade.
Exercendo o Direito em orientações
Trabalhar no Serviço Público é atender ao povo, é atingir o objetivo comum. Calma, não tenho ambições políticas, gosto dela apenas como ciência. É paixão pelo que faço mesmo. Poder fazer algo pelo coletivo, saber que conseguiu colaborar para melhorar ao menos um pouco na vida das pessoas, é isso que me move.
A serviço da Administração Pública há 20 anos
Dizem que o futuro a deus pertence, e, acredito nisso, com certeza. Não sei o que pode acontecer daqui pra frente, mas, saibam que estarei pronta a trabalhar para a Administração Pública, como sempre.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Beijar, beijar, beijar...



Se este texto tem alguma coisa a ver comigo? Tem sim.
Mas alguém discorda que beijar é muito bom? Impossível.
Passei um certo tempo no ostracismo. Eu e meus livros, meus livros e eu. De vez em quando uma saidinha no bar do Joãozinho com meu filho ou colegas de trabalho, mas, nada de mais.
Sempre dormindo cedo, tomando um bocado de remédios porque sobe “isso”, sobe “aquilo”, menos a libido.
Mas resolvi este último probleminha. Reencontrei-me com uma pessoa que me fez sentir viva novamente. Ah que coisa boa...
Beijei, beijei, mas beijei muito mesmo!
Matamos saudades, conversamos fiado, fofocamos, nos cobramos também, faz parte, afinal fui eu quem desapareci sem deixar rastro!
Mas beijamos, aí isso sim, beijamos demais, com todas as possíveis variantes.
Vejam só: acordei de ótimo humor e estou aqui depois de tanto tempo escrevendo pra vocês, coisa que eu não fazia há muito tempo.
Trabalhar é bom, estudar, é bom, cuidar da família é bom, mas, beijar faz falta, e como faz!
Eu me retirei da vida sem pedir permissão às pessoas que faziam parte dela, mas agora espero retomar, voltar a ser a pessoa de antes.
Tudo isso descoberto porque beijou? Sim, acreditem se quiser. O beijo foi a fagulha que me reacendeu para a vida que eu tinha deixado guardada dentro de um baú, lá no fundo do porão.
Então, leitores: beijem, mas beijem muito, e, com vontade mesmo!!!

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Xô barata... socorro!!!

Todo mundo tem seu ponto fraco e eu confesso o meu: insetos, principalmente as baratas. Sei que já escrevi aqui sobre ser mulher forte, trabalhadora, mãe de menino, mas, morro de medo de insetos.

Certa vez, quando eu prestava serviços na Delegacia, estava com uma cara de brava atendendo a um PM que levava um cidadão “meio embriagado”, quando entrou uma mariposa voando dentro da minha sala. Nossa, foi uma confusão danada. A cada rasante que o bicho dava, era um grito meu, que a essa altura já estava abaixada e me escondendo no vão da minha mesa.

O Sargento dava uns pulos tentando pegar a mariposa, e, por fim, até o rapaz conduzido dava seus pulinhos tentando pegar o bicho para que eu parasse de gritar. Por fim eu saí da sala e fiquei no corredor dizendo que “só entrava na sala de novo quando o bicho estivesse morto”. Minutos depois o Sargento saiu vitorioso carregando “o corpo” e depositando no lixo, para que eu pudesse voltar e continuar o meu trabalho. Nem preciso dizer que fui zoada por muito tempo por causa do episódio da mariposa. Mas eu juro que ela era enorme, gigante mesmo!


Lá em casa quando aparece qualquer desses seres eu só grito pelo meu pai o meu filho, e, qualquer um deles sabe que eu não saio do lugar enquanto alguém não resolver “o problema”.
Tive a inspiração para este post porque hoje, quando cheguei pra trabalhar, me deparei com uma barata enorme no chão da sala. Ela estava de perninhas para cima, imóvel, mas, experiente como sou, aprendi que as baratas são muito fingidas, ficam quietas esperando a gente chegar perto para nos atacar. Logo pedi socorro pelo Facebook, para ver se tinha alguma alma caridosa aqui por perto que pudesse vir me ajudar, mas, nada.

Fiquei quietinha na minha cadeira, só observando, quando, de repente, ela começou a mexer as perninhas, eu sabia! Foi questão de minutos para que a danada se virasse e ficasse me encarando, com aquela cara de vilã de novela das nove, sabendo que eu estava com medo dela. Postei novo pedido de socorro no Facebook e nada, não apareceu ninguém. Então, num súbito momento de coragem, eu peguei um monte de papelão (guardado pra reciclagem) e joguei em cima dela, voltando correndo pra minha cadeira.

Mas nem tudo estava perdido. Eis que a minha colega de trabalho chega, e, antes mesmo de dar bom dia eu grito: “_ Tem uma barata ali embaixo, socorro!”. Minha colega, com toda a paciência que Deus lhe deu, retirou o monte de papelão, pegou uma pá de lixo e a removeu, sem maiores problemas. Depois olhou pra mim e disse:”_Bom dia Andréa, ela já está no lixo, tá?”.
Ah gente, fazer o quê, né? Quem não tem um medo absurdo de algo idiota? Faz parte...

domingo, 20 de novembro de 2011

Mae de menino

Eu e meu "menino"

Quando eu era criança, mentira, até hoje, ouço falar que “se eu demorasse cinco minutos pra nascer teria nascido menino”, tamanhas são minha delicadeza, graciosidade e feminilidade! Mas saibam que esse meu jeito meio (ou totalmente?) aparvalhado de ser me ajudou, e muito, no papel que venho desempenhando, com muuuuuito amor, há dezessete anos: ser mãe de menino.

É sério. Quando meu filho era pequeno as brincadeiras eram de carrinho, futebol, “lutinha” (e não me venham com o politicamente correto porque todo menino brinca de lutar). Aí ele cresceu um pouco e foi jogar futsal, e, eu, é claro acompanhava os treinos e jogos, dando todos os palpites possíveis e cabíveis (até que nem tão ruim pra quem já praticou arbitragem). Teve um dia que eu tentei invadir a quadra por que o árbitro deu um cartão amarelo no meu filho... imaginem a cena. E o pior é que meu filho adorava contar para os coleguinhas (na época) “que a mãe dele quase bateu no juiz do jogo”...afff!
Futsal, o esporta da infância

Aí ele cresceu mais um pouco e eu aprendi a acompanhar a tabela do brasileirão, nomes de jogadores. Ah, e tem também o vídeo game com os jogos de futebol, guitarra e, por que não, luta também. Quero deixar bem claro que eu nunca consegui aprender a manejar um controle daqueles, mas, acompanho dando “aquele” apoio moral.
Saber as regras do futebol é fundamental pra mãe de menino!

Agora ele joga basquete, cresceu demais pro futsal, e é claro que eu não perco um jogo dele. Dando todos os palpites possíveis também, gritando feito louca, chamando o árbitro de nomes não muito bonitos, vibrando com suas vitórias, consolando as derrotas e registrando tudo, obviamente.
Basquete, o esporte atual

Agora na adolescência está demais. Aprendi a ouvir rock’n roll com ele, que eu curti demais, além de ter que continuar a acompanhar a tabela do brasileirão e o vídeo game. Os trabalhos em grupo são aqui em casa normalmente, e, a regra é: meia hora de trabalho e quatro horas de bagunça... normal. O interessante é que os rapazes do grupo não se incomodam com a minha presença e falam de tudo como se eu fosse um deles mesmo, isso é que eu acho mais legal.

No momento, a moda é o MMA, e, consequentemente, o UFC, mas, sempre curti lutas, isso pra mim não é problema nenhum. Na minha adolescência eu ficava acordada até tarde só pra ver o Mike Tyson derrubar o adversário em um minuto de luta. Então, tome Anderson Silva, Shogun, Cigano, José Aldo e etc e tal. Ontem a minha casa parecia a arena do octógono, com os rapazes se juntando na sala pra assistir UFC, esperando a luta do Shogun no final, ás duas da madruga.
Tabém é fundamental saber os nomes de lutadores de UFC!

De vez em quando eu tenho surto de mulherzinha, e, como ontem tava a fim de ver uma novelinha, tive que me esconder no quarto para assistir porque a sala era para o UFC. Ah, também tô a fim de assistir ao filme Amanhecer, da saga Crepúsculo, mas, é só isso, eu juro rapazes!

Depois deste final de semana cheio de testosterona, com a Sky ligada só nos canais de futebol e lutas, eu pensei que aquele velho ditado é mais do que correto: Deus sabe o que faz.

Imaginem se eu tivesse que assistir DVDs do Justin Bieber, Restart (eca!) ou saber as novas tendências da moda, maquiagem, cabelo, ou pior, se ao invés de ler a revista Placar, eu tivesse que ler Capricho ou Gloss... putz, eu não dava conta.

Adoooro ser mãe de menino!!!